Práticas restaurativas para resolução de conflitos
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Bol
O modelo tradicional de justiça punitiva nas escolas tem-se revelado ineficaz, pois limita-se a punir o sintoma sem reparar o dano ou restaurar os laços. Perante esta realidade, surge a necessidade de uma gestão educativa orientada para as práticas restaurativas, entendidas como uma liderança transformacional que muda o foco da culpa para a responsabilidade partilhada.Este paradigma propõe uma transição da retribuição para a restauração, utilizando ferramentas como os círculos e a linguagem restaurativa para reconstruir o tecido da comunidade. O foco desta abordagem não está em punir o infrator, mas em identificar quem foi prejudicado e como a ligação pode ser reparada. O seu êxito depende de uma estratégia sistémica que inclui a formação especializada de professores e a reestruturação das políticas disciplinares.Em conclusão, a gestão restaurativa apresenta-se como um imperativo ético e de eficácia. Ao privilegiar a reparação em detrimento da punição, não só melhora o clima organizacional, como também cumpre a missão de formar cidadãos empáticos e responsáveis, garantindo uma convivência escolar sustentável e humana.
O modelo tradicional de justiça punitiva nas escolas tem-se revelado ineficaz, pois limita-se a punir o sintoma sem reparar o dano ou restaurar os laços. Perante esta realidade, surge a necessidade de uma gestão educativa orientada para as práticas restaurativas, entendidas como uma liderança transformacional que muda o foco da culpa para a responsabilidade partilhada.Este paradigma propõe uma transição da retribuição para a restauração, utilizando ferramentas como os círculos e a linguagem restaurativa para reconstruir o tecido da comunidade. O foco desta abordagem não está em punir o infrator, mas em identificar quem foi prejudicado e como a ligação pode ser reparada. O seu êxito depende de uma estratégia sistémica que inclui a formação especializada de professores e a reestruturação das políticas disciplinares.Em conclusão, a gestão restaurativa apresenta-se como um imperativo ético e de eficácia. Ao privilegiar a reparação em detrimento da punição, não só melhora o clima organizacional, como também cumpre a missão de formar cidadãos empáticos e responsáveis, garantindo uma convivência escolar sustentável e humana.
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