A frequência da SDRC-I após FEIR foi de 38,5%. A SDRC-I foi diagnosticada no 10.º dia após a remoção da imobilização. Os principais sintomas observados foram: dor, rigidez articular, calor e alteração da coloração da pele. Após um acompanhamento de 10 semanas, ainda se verificava dor residual e rigidez articular em 22% e 95% dos casos, respetivamente. Os fatores associados à SDRC-I após FEIR foram o sexo feminino (OR = 5,071; p < 0,001), um intervalo entre o início do tratamento na Medicina Física e Reabilitação (MPR) e a remoção da imobilização ¿ 4,5 dias (OR = 4,871; p < 0,001), um escore EVA de atividade inicial ¿ 55/100 (OR = 2,732; p = 0,012), uma flexão palmar inicial < 30° (OR = 3,311; p = 0,003), uma oposição do polegar inicial < 6/10 (OR = 3,590; p = 0,001), um tempo de imobilização ¿ 47,5 dias (OR = 6,600; p < 0,001), um traumatismo de energia média (OR = 10,874; p = 0,004) e um nível socioeconómico desfavorável (OR = 12,064; p < 0,001). Nem o tipo de fratura nem o tipo de tratamento se revelaram associados à ocorrência da SDRC-I.
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