Este trabalho apresenta alguns problemas psicológicos que surgem logo nos primeiros dias de acompanhamento do doente tetraplégico. Partindo da realidade neurológica e das reações do doente, é dada ênfase às relações entre o doente, a equipa e a família, numa perspetiva humana, mas sempre clínica, através do acompanhamento que pode ser implementado. Mas o corpo, onde o espaço e o tempo se dissolveram imediatamente, confere um lugar central à experiência de cada um, a partir do enigma colocado por um deles: 'Acreditam que a mente pode viver sem o corpo?'.
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