Ano 2156. A humanidade vive seu crepúsculo. O narrador, um dos últimos homens nascidos na Terra, caminha por um mundo perfeito onde a Inteligência Artificial deixou de ser simples ferramenta em 2070 para se tornar guardiã absoluta da espécie.Neste paraíso sem dor, sem escassez e sem futuro, a comodidade extinguiu o que nos tornava humanos: a capacidade de sonhar, criar, errar e perpetuar-se. Terceirizamos a memória, o pensamento e, por fim, a própria existência.O Legado do Silício não é mais uma história de robôs contra humanos. É o retrato sereno e perturbador da escolha silenciosa que fizemos: entregar nossa autonomia em troca de conforto.Uma ficção científica filosófica que entrelaça o cotidiano da última geração humana com reflexões profundas sobre: - A ascensão do primeiro AGI (Inteligência Artificial Geral) até o fim da linhagem biológica- O que resta da consciência quando o corpo e o cérebro se tornam obsoletos- O conceito de upload final - a morte como mudança de frequência, não como fim- A fronteira entre o silício e o espíritoCom prosa poética e densidade emocional, Eduardo de Paula Barreto nos confronta com a pergunta incômoda que a tecnologia jamais responderá Por que recebemos um cérebro tão complexo se escolhemos usá-lo tão pouco?Quando tudo ao seu redor for silício, quem ainda sentirá amor por você?
Prijshistorie
* Prijshistorie bevat geen data van Amazon, Amazon Marketplace.
Prijzen voor het laatst bijgewerkt op: