Segue-se uma análise dos escritos e das atividades políticas de Jean-Paul Sartre relativos à revolução argelina entre 1954 e 1962. Neste estudo, salienta-se que os escritos filosóficos e políticos de Sartre apoiam a luta do povo argelino, não só devido à sua filosofia de vida em geral, mas também devido à sua ideia de liberdade, pela qual lutou desde a Segunda Guerra Mundial: 1939-1954. Assim, abordo brevemente, em primeiro lugar, como a revolução organizada teve início em novembro de 1954 contra os colonialistas franceses e como o governo francês reagiu, transferindo o poder para as forças militares na Argélia.A tortura e os assassinatos indiscriminados constituíram a principal política do exército francês na Argélia. Assim, procuro analisar a evolução dos escritos filosóficos e políticos de Sartre para mostrar como ele se envolveu na Guerra da Argélia, arriscando a própria vida, no início da década de 1960.No trabalho que se segue, pretendo contribuir para esclarecer a posição de Sartre relativamente à revolução argelina. Mais especificamente, tentarei demonstrar que os escritos e as atividades políticas de Sartre são a favor dos argelinos
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