Os festivais são uma característica omnipresente e cada vez mais comum na sociedade ocidental contemporânea, mas pouco se tem escrito sobre os seus processos de produção. O que é que permite que alguns festivais alcancem sucesso internacional, enquanto outros se arrastam e até surgem por um ou dois anos para depois desaparecerem? Este estudo testa o modelo do ciclo de vida corporativo de Adizes (2004) para o desenvolvimento organizacional, a fim de verificar se pode ser aplicado com sucesso a uma organização de festivais culturais, o Buxton Festival, que organiza festivais desde 1979. O modelo identifica características e problemas, tanto normais como anormais, comuns às empresas à medida que são fundadas, crescem, amadurecem e, posteriormente, entram em declínio. Se se verificar que o modelo funciona para festivais culturais sem fins lucrativos, poderá ajudar os seus líderes e financiadores a identificar e evitar as crises que os impedem de se tornarem eventos sustentáveis e bem-sucedidos.
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