Este trabalho explora a relação entre o aborto induzido e a saúde mental, com especial destaque para a controvérsia política em torno desta questão. Explica o aborto em termos médicos, analisa os efeitos e consequências psicológicas, explora o contexto histórico do fenómeno e faz referência à legislação relativa a esta questão a nível mundial e na Bósnia-Herzegovina. Até ao momento, grupos de especialistas encontraram evidências científicas contraditórias quanto à existência de uma relação causal entre o aborto e a saúde mental debilitada. Fatores pré-existentes na vida de uma mulher, tais como o apego emocional à gravidez, a falta de apoio social, doenças psiquiátricas e visões conservadoras sobre o aborto, aumentam a probabilidade de sentir emoções negativas após o aborto. Algumas sociedades proíbem o aborto quase por completo, enquanto outras o permitem em determinados casos. A maioria dos opositores ao aborto concorda que o aborto em prol da saúde da mãe pode ser moralmente aceitável se existir um risco real de danos graves para a mãe.
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