Inteligência artificial e progresso humano I
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Bol
Numa altura em que a inteligência artificial começa a intervir na forma como pensamos, trabalhamos, decidimos e entendemos o mundo, este trabalho levanta uma questão essencial: o que esta revolução tecnológica revela sobre o próprio ser humano. Longe de tratar a inteligência artificial como uma simples ferramenta de eficiência, o livro coloca-a numa crise mais profunda de significado, consciência e responsabilidade. A tecnologia avança com uma velocidade extraordinária, mas nem sempre acompanhada de uma reflexão equivalente sobre a liberdade, a verdade, a educação, o poder, a cultura e o destino humano. Numa perspectiva pessoal, crítica e humanista, o autor examina a inteligência artificial como um espelho das nossas capacidades, mas também das nossas contradições e deficiências. A questão central não é apenas o que as máquinas serão capazes de fazer, mas que tipo de humanidade queremos preservar quando a inteligência deixar de ser uma fronteira exclusivamente humana. Um convite a pensar o progresso não a partir do fascínio ou do medo, mas a partir da responsabilidade moral de permanecer plenamente humano.
Numa altura em que a inteligência artificial começa a intervir na forma como pensamos, trabalhamos, decidimos e entendemos o mundo, este trabalho levanta uma questão essencial: o que esta revolução tecnológica revela sobre o próprio ser humano. Longe de tratar a inteligência artificial como uma simples ferramenta de eficiência, o livro coloca-a numa crise mais profunda de significado, consciência e responsabilidade. A tecnologia avança com uma velocidade extraordinária, mas nem sempre acompanhada de uma reflexão equivalente sobre a liberdade, a verdade, a educação, o poder, a cultura e o destino humano. Numa perspectiva pessoal, crítica e humanista, o autor examina a inteligência artificial como um espelho das nossas capacidades, mas também das nossas contradições e deficiências. A questão central não é apenas o que as máquinas serão capazes de fazer, mas que tipo de humanidade queremos preservar quando a inteligência deixar de ser uma fronteira exclusivamente humana. Um convite a pensar o progresso não a partir do fascínio ou do medo, mas a partir da responsabilidade moral de permanecer plenamente humano.
AmazonPages: 124, Paperback, Edicoes Nosso Conhecimento
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