O livro compreende o estudo da imagem da Índia, da indianidade em geral e da imagem do norte da Índia em particular, nas obras selecionadas de Ruskin Bond. 'Sou tão indiano quanto o pó das planícies ou a relva de um prado nas montanhas.' (Ruskin Bond). Nada pode expressar o amor por um país de melhor maneira do que estas palavras de Ruskin Bond. Encontramos várias imagens da Índia por diferentes escritores no âmbito da literatura anglo-indiana em inglês e apresentamos facetas contraditórias da pletora indiana. Tem sido uma prática comum entre os escritores indianos em inglês que a sua ficção venha da sociedade urbana. Para Bond, a Índia nunca foi apenas um pedaço de terra. Significou amor, simplicidade, unidade e aceitação. Como Bond sempre escolheu o norte da Índia como pano de fundo para as suas obras, pode-se ver claramente que o norte da Índia acaba por se fundir num espírito indiano. O próprio Bond considera a Índia como um organismo vivo. Ele escreve: 'Amar através dos amigos que fiz e através das montanhas, vales, campos e florestas que deixaram uma impressão indelével na minha mente. Pois a Índia é tanto uma atmosfera quanto uma terra'.
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