Gestão do risco cibernético no ambiente da escola primária
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Bol
Este artigo aborda a necessidade crítica do uso seguro da Internet entre alunos do ensino básico, um grupo vulnerável exposto a riscos como o ciberbullying e o aliciamento. A pesquisa examina as atitudes das principais partes interessadas. Os alunos frequentemente enfrentam experiências inseguras e materiais inadequados, enquanto os pais lutam contra a exclusão digital e a tecnofobia, o que dificulta uma comunicação eficaz. Os educadores reconhecem a importância da segurança, mas frequentemente relatam falta de competências e ferramentas adequadas. As principais ameaças abordadas incluem malware (vírus, cavalos de Tróia, worms), golpes (phishing), jogos violentos e desinformação. As estratégias de intervenção são categorizadas como pedagógicas, envolvendo formação contínua, vigilância parental e o uso de cenários de aprendizagem experiencial/dramatização, e tecnológicas, exigindo a instalação de sistemas de controlo parental (filtragem), antivírus e firewalls. A intervenção especializada é oferecida por órgãos públicos, como o Ministério Público para Crimes Cibernéticos e a linha direta de denúncias SafeLine. As conclusões gerais destacam o papel dominante da escola como a principal fonte de informações de segurança para as crianças.
Este artigo aborda a necessidade crítica do uso seguro da Internet entre alunos do ensino básico, um grupo vulnerável exposto a riscos como o ciberbullying e o aliciamento. A pesquisa examina as atitudes das principais partes interessadas. Os alunos frequentemente enfrentam experiências inseguras e materiais inadequados, enquanto os pais lutam contra a exclusão digital e a tecnofobia, o que dificulta uma comunicação eficaz. Os educadores reconhecem a importância da segurança, mas frequentemente relatam falta de competências e ferramentas adequadas. As principais ameaças abordadas incluem malware (vírus, cavalos de Tróia, worms), golpes (phishing), jogos violentos e desinformação. As estratégias de intervenção são categorizadas como pedagógicas, envolvendo formação contínua, vigilância parental e o uso de cenários de aprendizagem experiencial/dramatização, e tecnológicas, exigindo a instalação de sistemas de controlo parental (filtragem), antivírus e firewalls. A intervenção especializada é oferecida por órgãos públicos, como o Ministério Público para Crimes Cibernéticos e a linha direta de denúncias SafeLine. As conclusões gerais destacam o papel dominante da escola como a principal fonte de informações de segurança para as crianças.
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