A mastite continua a ser a doença de maior impacto económico na indústria leiteira, representando cerca de 38% do total das perdas diretas (Kossaibati e Esslemont, 1997). As consequências económicas da mastite, clínica ou subclínica, incluem a redução da produção de leite, a diminuição da qualidade do leite, o aumento da taxa de abate e o aumento dos custos com serviços veterinários e medicamentos (Rahman et al., 2009). Foi realizado um estudo epidemiológico para determinar a prevalência e os potenciais fatores de risco associados à ocorrência de mastite em rebanhos leiteiros, identificando as causas bacterianas da mastite, realizando testes de suscetibilidade antimicrobiana em isolados bacterianos e, por fim, estabelecer uma nova abordagem para a prevenção e o controlo da doença em rebanhos leiteiros, com o objetivo de apresentar este programa como um modelo-piloto para produtores de leite e veterinários na área de estudo. O programa de prevenção e controlo da mastite concluiu que a terapia de vacas secas, os procedimentos higiénicos de ordenha e a imersão dos tetos após a ordenha desempenham um papel importante na eliminação das infeções intramamárias existentes e na redução de novas infeções, passando de 17 (42,5%) para 5 (12,5%) e de 19 (47,5) para 9 (22,5) em ambos os grupos tratados.
Prijshistorie
* Prijshistorie bevat geen data van Amazon.
Prijzen voor het laatst bijgewerkt op: