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A existência da mulher indígena na mitologia é um caso labirintado que nem sempre nos deixa tirar conclusão lógica. Esta peremptória afirmativa nos permite inferir que, em se tratando da mulher sateré-mawé, só é possível conhecermos o seu valor dentro da etnia se localizarmos a inscrita capaz de nos levar até o rastro onde se firma o ethos feminino. Tecer fina tessitura sobre o ethos da mulher sateré-mawé supõe recompor o conjunto de valores arquetípicos que vicejam no dorso do contemporâneo e que pulsam nas veias da tradição, como um escuro potencialmente capaz de ver a luz.
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A existência da mulher indígena na mitologia é um caso labirintado que nem sempre nos deixa tirar conclusão lógica. Esta peremptória afirmativa nos permite inferir que, em se tratando da mulher sateré-mawé, só é possível conhecermos o seu valor dentro da etnia se localizarmos a inscrita capaz de nos levar até o rastro onde se firma o ethos feminino. Tecer fina tessitura sobre o ethos da mulher sateré-mawé supõe recompor o conjunto de valores arquetípicos que vicejam no dorso do contemporâneo e que pulsam nas veias da tradição, como um escuro potencialmente capaz de ver a luz.
A existência da mulher indígena na mitologia é um caso labirintado que nem sempre nos deixa tirar conclusão lógica. Esta peremptória afirmativa nos permite inferir que, em se tratando da mulher sateré-mawé, só é possível conhecermos o seu valor dentro da etnia se localizarmos a inscrita capaz de nos levar até o rastro onde se firma o ethos feminino. Tecer fina tessitura sobre o ethos da mulher sateré-mawé supõe recompor o conjunto de valores arquetípicos que vicejam no dorso do contemporâneo e que pulsam nas veias da tradição, como um escuro potencialmente capaz de ver a luz.