A Voz da Justiça: Cármen Lúcia, Igualdade de Gênero e Democracia no Brasil

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Bol A presença de uma mulher no centro do poder não encerra a história da igualdade. Ela torna essa história visível e revela as instituições, os conflitos e as escolhas que ainda precisam ser examinados. Em A Voz da Justiça, André Kologeski acompanha a trajetória pública de Cármen Lúcia Antunes Rocha, de Montes Claros ao Supremo Tribunal Federal, analisando como sua formação, sua atuação na advocacia pública, seu magistério e sua liderança institucional se relacionam com os grandes debates da democracia brasileira. A obra examina a nomeação de Cármen Lúcia para o STF, sua presença em uma cultura institucional historicamente masculina, suas posições sobre dignidade, igualdade, liberdade de expressão, federalismo, proteção das vítimas e direitos fundamentais. Entre os temas centrais estão a ADPF 1107, que enfrentou a desqualificação da mulher vítima de violência; a ADI 4815, sobre biografias e censura prévia; a ADPF 101, sobre proteção ambiental e saúde pública; e sua atuação na presidência do STF, do CNJ e do TSE. Com linguagem acessível e rigor documental, o livro também discute os limites da representação simbólica. A presença de uma ministra não substitui políticas de igualdade, não elimina barreiras de raça e classe e não transforma decisões judiciais em soluções automáticas para problemas sociais. A trajetória de Cármen Lúcia serve como lente para compreender o que o Direito pode fazer, o que não pode fazer sozinho e por que a democracia precisa de instituições mais plurais. Uma leitura para estudantes, profissionais do Direito, pesquisadores, leitores de história política e todos que desejam compreender a relação entre gênero, Constituição, Judiciário e vida pública no Brasil.

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A presença de uma mulher no centro do poder não encerra a história da igualdade. Ela torna essa história visível e revela as instituições, os conflitos e as escolhas que ainda precisam ser examinados. Em A Voz da Justiça, André Kologeski acompanha a trajetória pública de Cármen Lúcia Antunes Rocha, de Montes Claros ao Supremo Tribunal Federal, analisando como sua formação, sua atuação na advocacia pública, seu magistério e sua liderança institucional se relacionam com os grandes debates da democracia brasileira. A obra examina a nomeação de Cármen Lúcia para o STF, sua presença em uma cultura institucional historicamente masculina, suas posições sobre dignidade, igualdade, liberdade de expressão, federalismo, proteção das vítimas e direitos fundamentais. Entre os temas centrais estão a ADPF 1107, que enfrentou a desqualificação da mulher vítima de violência; a ADI 4815, sobre biografias e censura prévia; a ADPF 101, sobre proteção ambiental e saúde pública; e sua atuação na presidência do STF, do CNJ e do TSE. Com linguagem acessível e rigor documental, o livro também discute os limites da representação simbólica. A presença de uma ministra não substitui políticas de igualdade, não elimina barreiras de raça e classe e não transforma decisões judiciais em soluções automáticas para problemas sociais. A trajetória de Cármen Lúcia serve como lente para compreender o que o Direito pode fazer, o que não pode fazer sozinho e por que a democracia precisa de instituições mais plurais. Uma leitura para estudantes, profissionais do Direito, pesquisadores, leitores de história política e todos que desejam compreender a relação entre gênero, Constituição, Judiciário e vida pública no Brasil.


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  • 9798170271702
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