A REPÚBLICA: Uma Abordagem Transdisciplinar
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Bol
E se a famosa Cidade Perfeita de Platão fosse menos uma solução e mais um enigma? E se, em vez de um modelo para a vida real, ela revelasse os limites de toda tentativa humana de impor uma ordem absoluta - uma ordem que o próprio mundo real insiste em rejeitar? Neste livro ousado, Antonio Farjani desafia um dos maiores monumentos da filosofia ocidental a partir de uma perspectiva multidisciplinar, tão inovadora quanto visionária. O projeto platônico é examinado sob as lentes da psicanálise, da psicologia comportamental e social, da inteligência de enxame, da história cultural, da economia, da teoria dos jogos à teoria política, da religião comparada, do taoísmo e do budismo, da ciência da complexidade até da física subatômica. Cada disciplina lança sua própria luz sobre a República, revelando fissuras profundas em seu ideal de rigidez e controle. Atenas, Florença e Alexandria são chamadas a depor. Do princípio da não ação taoísta (wu wei) ao surgimento interdependente do budismo, do colapso social no experimento Universo 25 à sabedoria da multidão, do princípio da incerteza de Heisenberg à superposição quântica, tudo converge para uma conclusão desafiadora: não há modelo universal de perfeição que possa ser imposto sem esmagar a liberdade, a criatividade e a vida espontânea. Com estilo acessível, metáforas provocadoras e exemplos que vão de Sócrates a Carl Sagan, Platão a Nietzsche, Epicuro a Bohr, Heráclito a Einstein, Farjani mostra que a harmonia não se constrói em sistemas fechados, mas na fluidez das relações, na diversidade dos indivíduos e no dinamismo do real. Mais que uma crítica a Platão, este livro é um manifesto contra toda pretensão de perfeição absoluta; não uma simples argumentação linear, mas uma imagem multidimensional na qual cada capítulo e cada discussão se encaixam de modo a formar um mosaico em permanente revolução. Ele revela que o mundo não é uma máquina imóvel a ser controlada, mas uma rede viva de incertezas, paradoxos e movimentos incessantes. Se Platão tentou aprisionar o rio em mármore eterno, esta obra convida você a navegar em suas águas incertas, turbulentas e libertadoras.
E se a famosa Cidade Perfeita de Platão fosse menos uma solução e mais um enigma? E se, em vez de um modelo para a vida real, ela revelasse os limites de toda tentativa humana de impor uma ordem absoluta - uma ordem que o próprio mundo real insiste em rejeitar? Neste livro ousado, Antonio Farjani desafia um dos maiores monumentos da filosofia ocidental a partir de uma perspectiva multidisciplinar, tão inovadora quanto visionária. O projeto platônico é examinado sob as lentes da psicanálise, da psicologia comportamental e social, da inteligência de enxame, da história cultural, da economia, da teoria dos jogos à teoria política, da religião comparada, do taoísmo e do budismo, da ciência da complexidade até da física subatômica. Cada disciplina lança sua própria luz sobre a República, revelando fissuras profundas em seu ideal de rigidez e controle. Atenas, Florença e Alexandria são chamadas a depor. Do princípio da não ação taoísta (wu wei) ao surgimento interdependente do budismo, do colapso social no experimento Universo 25 à sabedoria da multidão, do princípio da incerteza de Heisenberg à superposição quântica, tudo converge para uma conclusão desafiadora: não há modelo universal de perfeição que possa ser imposto sem esmagar a liberdade, a criatividade e a vida espontânea. Com estilo acessível, metáforas provocadoras e exemplos que vão de Sócrates a Carl Sagan, Platão a Nietzsche, Epicuro a Bohr, Heráclito a Einstein, Farjani mostra que a harmonia não se constrói em sistemas fechados, mas na fluidez das relações, na diversidade dos indivíduos e no dinamismo do real. Mais que uma crítica a Platão, este livro é um manifesto contra toda pretensão de perfeição absoluta; não uma simples argumentação linear, mas uma imagem multidimensional na qual cada capítulo e cada discussão se encaixam de modo a formar um mosaico em permanente revolução. Ele revela que o mundo não é uma máquina imóvel a ser controlada, mas uma rede viva de incertezas, paradoxos e movimentos incessantes. Se Platão tentou aprisionar o rio em mármore eterno, esta obra convida você a navegar em suas águas incertas, turbulentas e libertadoras.
AmazonPages: 255, Paperback, Independently published
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