A MANCHA: OS RETRATOS DE ÀṢẸ
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Bol
Uma ficção literária contemporânea sobre luto, memória, casa, família e tudo aquilo que retorna quando tentamos limpar a superfície. A MANCHA é o Livro 02 de OS RETRATOS DE ÀṢẸ, uma série de ficção literária urbana em que objetos, espaços, marcas e procedimentos revelam as pressões invisíveis que moldam uma vida. Neste volume, uma mulher retorna a uma antiga casa familiar construída perto do pântano e do cemitério. A princípio, seu trabalho parece prático: medir a umidade, abrir armários, separar fotografias, verificar recibos de reparo, observar rachaduras, registrar linhas de mofo e decidir o que fazer com aquilo que ficou para trás. Mas a casa não é apenas uma casa. Cada mancha na parede, cada pote na prateleira, cada fotografia sem legenda e cada marca de giz devolvem uma parte da história. O que parecia manutenção doméstica se transforma em investigação íntima. O que parecia infiltração se revela memória. O que parecia dano material começa a funcionar como calendário de uma perda que nunca terminou completamente. A MANCHA é um romance sobre o luto como lugar de permanência. Sobre famílias que sobrevivem por meio de pequenas instruções: não pise no molhado, guarde isso, não mostre aquilo, mantenha em local seco. Sobre a diferença entre conservar e adoecer dentro da conservação. Sobre o momento em que uma casa deixa de ser abrigo e passa a cobrar tudo o que guardou. Sem recorrer ao terror, ao melodrama ou à explicação fácil, o livro constrói uma narrativa atmosférica, psicológica e profundamente material. A umidade, o mofo, os recibos, os objetos herdados e as fotografias antigas não funcionam como decoração: são provas. São vestígios. São formas de medir aquilo que a memória não consegue organizar sozinha. Para leitores de ficção literária contemporânea, romances psicológicos, literatura sobre luto, narrativas familiares, casas antigas, memória, herança, perda e pertencimento. A MANCHA é uma obra sobre aquilo que volta. Mesmo depois da limpeza. Mesmo depois do reparo. >Porque algumas manchas não sujam a casa. Elas revelam de que ela foi feita.
Uma ficção literária contemporânea sobre luto, memória, casa, família e tudo aquilo que retorna quando tentamos limpar a superfície. A MANCHA é o Livro 02 de OS RETRATOS DE ÀṢẸ, uma série de ficção literária urbana em que objetos, espaços, marcas e procedimentos revelam as pressões invisíveis que moldam uma vida. Neste volume, uma mulher retorna a uma antiga casa familiar construída perto do pântano e do cemitério. A princípio, seu trabalho parece prático: medir a umidade, abrir armários, separar fotografias, verificar recibos de reparo, observar rachaduras, registrar linhas de mofo e decidir o que fazer com aquilo que ficou para trás. Mas a casa não é apenas uma casa. Cada mancha na parede, cada pote na prateleira, cada fotografia sem legenda e cada marca de giz devolvem uma parte da história. O que parecia manutenção doméstica se transforma em investigação íntima. O que parecia infiltração se revela memória. O que parecia dano material começa a funcionar como calendário de uma perda que nunca terminou completamente. A MANCHA é um romance sobre o luto como lugar de permanência. Sobre famílias que sobrevivem por meio de pequenas instruções: não pise no molhado, guarde isso, não mostre aquilo, mantenha em local seco. Sobre a diferença entre conservar e adoecer dentro da conservação. Sobre o momento em que uma casa deixa de ser abrigo e passa a cobrar tudo o que guardou. Sem recorrer ao terror, ao melodrama ou à explicação fácil, o livro constrói uma narrativa atmosférica, psicológica e profundamente material. A umidade, o mofo, os recibos, os objetos herdados e as fotografias antigas não funcionam como decoração: são provas. São vestígios. São formas de medir aquilo que a memória não consegue organizar sozinha. Para leitores de ficção literária contemporânea, romances psicológicos, literatura sobre luto, narrativas familiares, casas antigas, memória, herança, perda e pertencimento. A MANCHA é uma obra sobre aquilo que volta. Mesmo depois da limpeza. Mesmo depois do reparo. >Porque algumas manchas não sujam a casa. Elas revelam de que ela foi feita.
AmazonPages: 126, Paperback, Independently published
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