A Cidade do Bem: Mortes Irracionais
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E se o Bem pudesse ser imposto - e ainda assim falhasse? Em meados do século XXI, a União Europeia enfrenta uma crise sem precedentes: doenças psíquicas, depressão e desarmonia social devastam a produtividade do mundo ocidental. A solução? Construir uma cidade experimental onde o Bem é o valor supremo - monitorizado por próteses neurais implantadas no cérebro de cada habitante. A Cidade do Bem ergue-se junto à costa: dez quilómetros quadrados de arquitetura impecável, transporte sustentável, energia renovável e igualdade aparente. Cinco mil voluntários vivem sob vigilância total, regidos por um sistema de chips que supostamente deteta qualquer desvio emocional. Até que alguém é assassinado - sem que o sistema registe absolutamente nada. Alexandre, oficial dos Serviços de Segurança e Orientação, é nomeado coordenador da investigação. Enquanto persegue um assassino invisível, confronta-se com falhas que expõem a fragilidade dos próprios alicerces da cidade. E quando se apaixona por Sara, uma suspeita, o dever e o desejo colidem de formas que nenhum chip consegue prever. Uma distopia literária sobre os limites do controlo, a imperfeição humana e a pergunta que não quer calar: será possível programar a bondade? * Um thriller de investigação numa utopia aparentemente perfeita * Uma reflexão ética sobre tecnologia, vigilância e livre-arbítrio * Um romance proibido que desafia as regras de uma sociedade controlada > Se gostas de distopias inteligentes como "Nós" de Zamiatin, "Admirável Mundo Novo" de Huxley ou "O Conto da Aia" de Atwood, este livro é para ti. Descobre a cidade onde o Bem tem muros - e onde o mal entra sem bater à porta.
E se o Bem pudesse ser imposto - e ainda assim falhasse? Em meados do século XXI, a União Europeia enfrenta uma crise sem precedentes: doenças psíquicas, depressão e desarmonia social devastam a produtividade do mundo ocidental. A solução? Construir uma cidade experimental onde o Bem é o valor supremo - monitorizado por próteses neurais implantadas no cérebro de cada habitante. A Cidade do Bem ergue-se junto à costa: dez quilómetros quadrados de arquitetura impecável, transporte sustentável, energia renovável e igualdade aparente. Cinco mil voluntários vivem sob vigilância total, regidos por um sistema de chips que supostamente deteta qualquer desvio emocional. Até que alguém é assassinado - sem que o sistema registe absolutamente nada. Alexandre, oficial dos Serviços de Segurança e Orientação, é nomeado coordenador da investigação. Enquanto persegue um assassino invisível, confronta-se com falhas que expõem a fragilidade dos próprios alicerces da cidade. E quando se apaixona por Sara, uma suspeita, o dever e o desejo colidem de formas que nenhum chip consegue prever. Uma distopia literária sobre os limites do controlo, a imperfeição humana e a pergunta que não quer calar: será possível programar a bondade? * Um thriller de investigação numa utopia aparentemente perfeita * Uma reflexão ética sobre tecnologia, vigilância e livre-arbítrio * Um romance proibido que desafia as regras de uma sociedade controlada > Se gostas de distopias inteligentes como "Nós" de Zamiatin, "Admirável Mundo Novo" de Huxley ou "O Conto da Aia" de Atwood, este livro é para ti. Descobre a cidade onde o Bem tem muros - e onde o mal entra sem bater à porta.
AmazonPages: 220, Paperback, Independently published
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